Foi então, no meio de uma das minhas teorias que só fazem sentido pra uma pessoa paranoica como eu, que desisti de me culpar ou tentar me entender. Não faz sentido, faz? Eu nunca vou desvendar o motivo que me deixou exatamente assim: confusa, complicada, medrosa e insegura. Desisti porque não vai interferir em nada na minha vida saber qual a razão disso tudo, se bem lá no fundo eu não quero mudar. Eu ‘lutei’ contra todas as coisas que me levariam a ser uma pessoa fria ignorando, perdoando e esquecendo, porque quero poder acreditar nas pessoas, quero ver algo de bom nelas, mesmo quando todos os indícios me apontam o contrário. Chegar à essa conclusão me faz admitir o quanto eu me orgulho por ser assim, tão sensível e sentimental ao ponto de ser idiota. Eu me importo, e ainda que isso me faça sofrer, é disso que eu acredito que as pessoas precisam.
Eu olho para você e tenho tanta, mas tanta alegria em saber que você existe.
Alguma vez você já se perguntou se as pessoas gostariam mais ou menos de você se pudessem vê-la por dentro? Sempre me pergunto isso. Se pudessem me ver do jeito que eu me vejo, se pudessem viver nos meus pensamentos, será que alguém, qualquer pessoa, me amaria?
“Você pode fechar os olhos para as coisas que você não quer ver, mas você não pode fechar o seu coração para as coisas que você não quer sentir.”
— Linkin Park
(Fonte: sombreou, via em-meio-a-cicatrizes)
“You want to know what happiness is? It’s waking up in the middle of the night for no reason, shifting under the blankets and feeling the heat of the person next to you. You turn around and see them in their most peaceful, innocent, and vulnerable state. They breathe as though the weight of the world lays on anyone’s shoulder but their own. You smile, kiss their face in the most gentle manner so as not to wake them. You turn back around and an involuntary grin forms on your own face. You feel an arm wrap around your waist, and you know it doesn’t get any better than this.”
(Fonte: strawberrytelle, via palavras-demoura)